Blog do Daka

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MILES AHEAD, DIRIGIDO POR DON CHEADLE

Por Leonardo Amaral (Fonte: updateordie.com)

Miles Davis era uma força da natureza. Seja no palco improvisando, seja em sua paixão pelo boxe, seja onde for… 

Miles Ahead, dirigido e estrelado pelo excelente Don Cheadle, cuja obsessão pelo músico diz vir desde a infância, estreia em abril nos EUA e conta um pouco da vida acelerada de um dos músicos que mais marcou o jazz e – porque não? – o século XX. 

E, só pra deixar uma canjinha, essa versão de arrepiar de “Round Midnight” pelo “grupinho” do Miles.

Abraços

Dakir Larara

 


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Saiu o novo trailer de Batman Vs. Superman – A Origem da Justiça

Batman Vs Superman

Olá pessoas!!! Após o trailer do concorrente Capitão América – Guerra Civil ter batido recordes de visualização esta semana, é preciso fazer frente, não é mesmo? Saiu na madrugada de quarta-feira (3/DEZ) o novo trailer de Batman vs Superman – A Origem da Justiça, sequência de Superman – O Homem de Aço, o reinício da franquia cinematográfica da Warner Bros. sobre o personagem da DC Comics, que colocará o homem-morcego contra o último filho de Krypton, resultando no primeiro encontro cinematográfico dos dois mais icônicos de todos os super-heróis. Veja abaixo:

Em Batman vs. Superman – A Origem da Justiça, um Batman mais experiente irá se contrapor ao recém-surgido Superman, criando um conflito entre ambos, mais ou menos nos parâmetros da minissérie Batman: O Cavaleiro das Trevas, escrita e desenhada por Frank Miller, em 1986. Segundo os informes até agora, será um “novo” Batman e não uma sequência da Trilogia Cavaleiro das Trevas, embora a premissa de um homem-morcego mais experiente seja justamente adequada a isso.

Mulher-Maravilha também terá uma participação no filme. Lex Luthor é o vilão principal, mas também há o monstro Doomsday (Apocalypse), que será criado a partir de um clone do falecido Zod. Outros personagens da DC Comics, como Aquaman e Ciborgue, terão pequenas participações no filme.

Batman v. Superman – Dawn of Justice  é produzido por Deborah Snyder e Charles Roven, com roteiro de Chris Terrio (de Argo) e David S. Goyer (dos filmes do Batman e O Homem de Aço); e dirigido por Zack Snyder (de 300 Watchmen), funcionando como uma sequência de Superman – O Homem de Aço. O elenco traz Ben Affleck (Batman/Bruce Wayne), Henry Cavill (Superman/Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane),  Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Diane Lane (Martha Kent), Laurence Fishburne (Perry White), Jeremy Irons (Alfred Pennyworth), Gal Gadot (Diana Prince/ Mulher-Maravilha), Tao Okamoto (Mercy Graves), Holly Hunter (senadora Finch), Callan Mulvey (rumores dizem que fará Anatoli Kanyazev, o KGBesta) e Scoot McNairy (papel não revelado); e a participação especial de Jason Mamoa (Orin/ Aquaman). Rumores também dão papeis a Jena Malone (Barbara Gordon) e Eli Snyder (Robin/ Jason Todd). O lançamento será em 25 de março de 2016.

Abraços

Dakir Larara

Fonte: HQ Rock


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Tim Vickery: Minha primeira geladeira e por que o Brasil de hoje lembra a Inglaterra dos anos 60

Compartilho uma leitura que fiz esses dias e que achei muito interessante. Creio que ela sintetiza um pouco o momento do nosso país, através da visão de um estrangeiro, já radicado no Brasil faz algum tempo. Espero que gostem.

Por Tim Vickery*

Texto na íntegra em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151110_tim_vickery_geladeira_brasil_rb

Na minha infância, nossa família nunca teve carro ou telefone, e lembro a vida sem geladeira, televisão ou máquina de lavar. Mas eram apenas limitações, e não o medo e a pobreza que marcaram o início da vida dos meus pais.

Tive saúde e escolas dignas e de graça, um bairro novo e verde nos arredores de Londres, um apartamento com aluguel a preço popular – tudo fornecido pelo Estado. E tive oportunidades inéditas. Fui o primeiro da minha família a fazer faculdade, uma possibilidade além dos horizontes de gerações anteriores. E não era de graça. Melhor ainda, o Estado me bancava.

Olhando para trás, fica fácil identificar esse período como uma época de ouro. O curioso é que, quando lemos os jornais dessa época, a impressão é outra. Crise aqui, crise lá, turbulência econômica, política e de relações exteriores. Talvez isso revele um pouco a natureza do jornalismo, sempre procurando mazelas. É preciso dar um passo para trás das manchetes para ganhar perspectiva.

Será que, em parte, isso também se aplica ao Brasil de 2015?

Não tenho dúvidas de que o país é hoje melhor do que quando cheguei aqui, 21 anos atrás. A estabilidade relativa da moeda, o acesso ao crédito, a ampliação das oportunidades e as manchetes de crise – tudo me faz lembrar um pouco da Inglaterra da minha infância.

Por lá, a arquitetura das novas oportunidades foi construída pelo governo do Partido Trabalhista nos anos depois da Segunda Guerra (1945-55). E o Partido Conservador governou nos primeiros anos da expansão do consumo popular (1955-64). Eles contavam com um primeiro-ministro hábil e carismático, Harold Macmillan, que, em 1957, inventou a frase emblemática da época: “nunca foi tão bom para você” (“you’ve never had it so good”, em inglês).

É a versão britânica do “nunca antes na história desse país”. Impressionante, por sinal, como o discurso de Macmillan trazia quase as mesmas palavras, comemorando um “estado de prosperidade como nunca tivemos na história deste país” (“a state of prosperity such as we have never had in the history of this country”, em inglês).

Macmillan, “Supermac” na mídia, era inteligente o suficiente para saber que uma ação gera uma reação. Sentia na pele que setores da classe média, base de apoio principal de seu partido, ficaram incomodados com a ascensão popular.

Em 1958, em meio a greves e negociações com os sindicatos, notou “a raiva da classe média” e temeu uma “luta de classes”. Quatro anos mais tarde, com o seu partido indo mal nas pesquisas, ele interpretou o desempenho como resultado da “revolta da classe média e da classe média baixa”, que se ressentiam da intensa melhora das condições de vida dos mais pobres ou da chamada “classe trabalhadora” (“working class”, em inglês) na Inglaterra.

Em outras palavras, parte da crise política que ele enfrentava foi vista como um protesto contra o próprio progresso que o país tinha alcançado entre os mais pobres.

Mais uma vez, eu faço a pergunta – será que isso também se aplica ao Brasil de 2015?

Alguns anos atrás, encontrei um conterrâneo em uma pousada no litoral carioca. Ele, já senhor de idade, trabalhava como corretor da bolsa de valores. Me contou que saiu da Inglaterra no início da década de 70, revoltado porque a classe operária estava ganhando demais.

No Brasil semifeudal, achou o seu paraíso. Cortei a conversa, com vontade de vomitar. Como ele podia achar que suas atividades valessem mais do que as de trabalhadores em setores menos “nobres”? Me despedi do elemento com a mesquinha esperança de que um assalto pudesse mudar sua maneira de pensar a distribuição de renda.

Mais tarde, de cabeça fria, tentei entender. Ele crescera em uma ordem social que estava sendo ameaçada, e fugiu para um lugar onde as suas ultrapassadas certezas continuavam intactas.

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Agora, não preciso nem fazer a pergunta. Posso fazer uma afirmação. Essa história se aplica perfeitamente ao Brasil de 2015. Tem muita gente por aqui com sentimentos parecidos. No fim das contas, estamos falando de uma sociedade com uma noção muito enraizada de hierarquia, onde, de uma maneira ainda leve e superficial, a ordem social está passando por transformações. Óbvio que isso vai gerar uma reação.

No cenário atual, sobram motivos para protestar. Um Estado ineficiente, um modelo econômico míope sofrendo desgaste, burocracia insana, corrupção generalizada, incentivada por um sistema político onde governabilidade se negocia.

A revolta contra tudo isso se sente na onda de protestos. Mas tem um outro fator muito mais nocivo que inegavelmente também faz parte dos protestos: uma reação contra o progresso popular. Há vozes estridentes incomodadas com o fato de que, agora, tem que dividir certos espaços (aeroportos, faculdades) com pessoas de origem mais humilde. Firme e forte é a mentalidade do: “de que adianta ir a Paris para cruzar com o meu porteiro?”.

Harold Macmillan, décadas atrás, teve que administrar o mesmo sentimento elitista de seus seguidores. Mas, apesar das manchetes alarmistas da época, foi mais fácil para ele. Há mais riscos e volatilidade neste lado do Atlântico. Uma crise prolongada ameaça, inclusive, anular algumas das conquistas dos últimos anos. Consumo não é tudo, mas tem seu valor. Sei por experiência própria que a primeira geladeira a gente nunca esquece.

*Tim Vickery é colunista da BBC Brasil e formado em História e Política pela Universidade de Warwick

Abraços

Dakir Larara


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Nike Air Mag estará disponível em 2016 :)

Por Paula Romano

Texto original em UpDate or Die

Para alegria dos fãs de cinema, o tênis do filme que marcou uma geração está próximo de ser lançado. E hoje é o dia perfeito para realizar esse sonho. 21 de outubro de 2015, a data em que McFly, interpretado por Michael J. Fox, viajou para o futuro para salvar seus futuros filhos.

A Nike enviou uma carta ao ator contando que ele será o primeiro a ter um Nike Air Mag. Além de seu par exclusivo, a Nike vai fabricar mais pares que serão vendidos a partir de 2016 e cuja renda será revertida para a fundação criada por J. Fox que ajuda portadores da doença de Parkinson.

Michael J. Fox publicou a carta no Twitter:

Abraços

Dakir Larara


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Novo Trailer de Star Wars: O Despertar da Força!!!

Hoje, durante o intervalo do jogo de futebol americano entre New York Giants e Philadelphia Eagles exibido na ESPN, foi lançado o novo trailer oficial de Star Wars: O Despertar da Força, o novo filme da franquia que tem estreia marcada para o dia 17 de Dezembro de 2015.

Star Wars: O Despertar da Força é um próximo filme dirigido por J.J. Abrams. O longa será a sétima parte da série episódica Star Wars criada por George Lucas.

O novo filme estrela John Boyega, Daisy Ridley, Adam Diver, Oscar Isaac, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, e Max von Sydow, com o retorno dos membros do elenco original Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew, e Kenny Baker reprisando seus papéis. A história se passa aproximadamente 30 anos após os acontecimentos de O Retorno de Jedi, e tem estreia marcada para o dia 17 de Dezembro de 2015.

Dá o play aí:

Abraços

Dakir Larara


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Sou professor e quero mais que parabéns, por Mestre Yoda.

Olá pessoas! Adorei o texto e estou compartilhando com vocês as ideias sobre o “dia do professor”, nas palavras do Mestre Yoda. Espero que gostem!!!

Por Mestre Yoda (Artigo na íntegra AQUI)

A educação visa melhorar a natureza do homem, o que nem sempre é aceite pelo interessado (Drummond).

No Brasil, fala-se elogiosamente do professor japonês e, de modo quase apiedado, do professor brasileiro. A constante menção, em nosso cotidiano, ao tratamento dado aos professores pela sociedade japonesa, é bastante esclarecedora das diferenças entre as duas sociedades e, claro, entre os professores nestas sociedades. Admirar o tratamento reverente e respeitoso dos japoneses aos senseis nunca tornou melhor a relação entre os brasileiros e seus professores. Pelo contrário, conhecer alguns elementos da nossa própria história, pode melhorar nossa compreensão sobre estas questões.

E já que estamos falando do dia dos professores, ressalte-se que esta data, instituída por D. Pedro I, em 1827, apesar de antiga, em geral, nunca foi assim tão prestigiada. Mais de um século depois, entretanto, o artigo 3º. do Decreto Federal 52.682 de 1963 passou a estabelecer que: “para comemorar condignamente o dia do professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo delas participar os alunos e as famílias”. Não seria capaz de precisar qual a efetividade do decreto no momento de sua criação, mas a realidade da maioria das escolas de hoje, Brasil afora, é de pouca participação das famílias, tanto em datas comemorativas quanto em outros momentos cotidianos. Como, por um lado, já integrei uma associação de pais e costumo frequentar reuniões entre pais e mestres e, por outro, por ser professor, também posso compreender certos problemas por outra ótica, percebo a existência de conflitos por responsabilidade de ambos os lados: de professores e familiares.

Se, para muitos professores, há pouca disposição para o diálogo e para receber críticas, muitos pais, por sua vez, são descomprometidos e atribuem à escola responsabilidades sobre tarefas que deveriam, eles próprios, realizar. Muitos docentes consideram a participação dos pais como uma invasão indevida de “leigos” e são pouco compreensivos quanto à impossibilidade de pais trabalhadores disporem de tempo livre, tanto para participar de reuniões quanto para acompanhar a tarefa escolar de seus filhos (algumas vezes também por desconhecimento dos conteúdos). Raros são os docentes que valorizam a participação dos pais nas discussões de cunho pedagógico (quadro diferente se o assunto for alguma festa) e estes, por serem minoritários, quase nunca conseguem promover tal participação.

Entre os pais de classe media, por outro lado, ainda que a falta de tempo possa ser um problema, o comportamento workaholic de muitos, sobretudo funcionários públicos, comerciantes e executivos, é um problema de magnitude equivalente. Numa experiência pessoal, participando da coordenação de uma associação de pais, numa escola cujos estudantes são filhos de universitários, estudantes e funcionários, foi possível perceber a mesma negligência relatada por professores e pais de escolas regulares, tanto públicas quanto particulares. Muitos, como reis em carruagens, deixam o filho na porta da escola e exigem que “alguém” abra o portão e, na saída, buzinam de modo ainda mais pungente caso o filho não seja liberado imediatamente pela escola. Qualquer outra responsabilidade atribuída a eles, pelo corpo pedagógico, é considerada um aborrecimento sem sentido.

Não poderia deixar de falar também, é claro, num texto alusivo ao dia dos professores, da questão salarial e da falta de envolvimento da sociedade com esta questão, sem deixar de fazer menção, apesar disso, ao fato de que a maioria da população ganha ainda menos e, mesmo assim, não consegue mobilizar-se para reverter este quadro. Mesmo em contextos como a greve dos professores do Paraná, em que o apoio da população ao movimento, revelado por pesquisa encomendada pela Gazeta do Povo, foi de 90,0%, o efetivo envolvimento de pais e da comunidade escolar foi, em geral, pequeno. A maioria dos paulistas viu (pela TV, sentada na sala de estar) o governo tucano esmagar uma forte greve de professores, sem oferecer seu apoio ao movimento. No caso do ensino superior, o quadro ainda é mais grave, pois, além de não apoiar a greve, grupos de estudantes conservadores organizaram-se, em certas instituições, para lutar contra o movimento.

No caso dos professores da educação básica, se o estabelecimento do piso salarial, em 2008, inicialmente, em estados com forte arrocho no salário de seus docentes, propiciou aumento efetivo, ao longo do tempo, tal política possibilitou que alguns governadores e prefeitos confundissem (conscientemente) piso com teto, achatando a malha salarial. Atualmente, os salários mais baixos pagos a professores no Brasil (para regimes de 40h) encontram-se nos estados de Santa Catarina (R$ 1.917,78), Pará, Ceará (apenas R$10 reais a mais do que em SC) e Bahia (também abaixo dos R$2 mil). Em média, no Brasil, paga-se R$2.711,48 para o professor com diploma de licenciatura, em regime de 40 horas semanais, o que equivale a 57,0% menos do que o salário médio de outros trabalhadores com formação equivalente (R$ 4.726,21). Talvez nem fosse preciso, mas vale lembrar que o salário do professor é considerado muito baixo não somente em relação a outros profissionais, mas também em relação ao de professores de outros países, sendo um dos mais baixos do mundo, seis a sete vezes menor do que o salário de um professor holandês ou suíço.

Na prática, nem a Lei no. 11.738, que estabeleceu o piso, nem a resolução no. 7 de 2012, do MEC, que trata do uso de parcela dos recursos do FUNDEB para o pagamento do piso salarial dos professores, melhorou efetivamente os salários, que continuam sendo mantidos abaixo do que seria razoável, pelo descompromisso de governadores e prefeitos, que usam os recursos da educação para fins ilícitos, como as suas próprias campanhas eleitorais. No caso do ensino superior brasileiro, que, atualmente, exige maior titulação de seus docentes, a política de arrocho salarial é idêntica, embora tenha havido, nos últimos anos, maiores perdas salariais e maior precarização das condições de trabalho quando comparados aos colegas da educação básica. Se, em grande medida, a falta de envolvimento da população com tais questões é reflexo, inclusive, da despolitização de professores e da própria escola, de seus conteúdos e práticas, é no contexto de um devir Brasil, de um país em franco processo de politização que chegamos a este dia dos professores.

Por isso, mais do que abraços e parabéns, a seguir, listo uma sugestão de presentes para os mestres, nesta data: 1) mais do que fiscalizar as leituras de seus filhos, leia e pratique com eles, diariamente; 2) ao chegar à escola, estacione o carro corretamente e com calma, saia do veículo, entre pelo portão e converse, ao menos uma vez por semana, com @ professor(a) d@ seu(ua) filh@; 3) busque envolver-se com o cotidiano da escola; 4) apoie e envolva-se com a luta por salários e melhores condições de trabalho dos professores, esta não é uma luta exclusiva de nossa categoria, deve ser uma luta cotidiana de tod@s @s brasileir@s.

Feito isso, até mesmo um simples “parabéns, professor”, ao invés de uma expressão vazia e repetitiva, ganhará outro significado para você e para nós, professores.

Abraços

Dakir Larara


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Projeto Earth – Condições climáticas em tempo real

Por Denis de Oliveira Rodrigues

O projeto “Earth” é um projeto em scripts que permite visualizar as condições climáticas globais baseadas em dados de meteorologia e que utiliza a linguagem javascript. O projeto é de autoria do engenheiro estadunidense Cameron Beccario.
Para a estatística os dados estão sendo coletados do National Centers for Environmental Prediction, NOAA e National Weather Service. A visualização das condições climáticas globais é uma previsão de supercomputadores e é atualizada a cada três horas.
O projeto “Earth” permite uma visualização fantástica do movimento global das massas de ar, ondas e correntes oceânicas, bem como dos principais eventos que influenciam todo o contexto climático. Além disso, tem uma ótima aplicação para o ensino nos seus mais diferentes níveis, podendo ser visualizado por computadores sem muitos recursos de hardware.
Páginas do Projeto Earth:
Abraços

Dakir Larara