Blog do Daka

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Ventusky – A Previsão do Tempo Interativa do Mundo Inteiro

Por Leonardo Amaral (www.updateordie.com)

Esqueça a previsão do tempo do jornal na tv!

O VentuSky é resultado do monitoramento da empresa de meteorologia tcheca InMeteo, que analisa em intervalos bem curtos de tempo algumas variáveis ao redor do mundo.

O mais legal: o mapa apresenta movimentações de ar animadas, como uma pintura de Van Gogh em movimento. Parece menos a previsão do tempo e mais alguma experiência de imersão na obra do artista.

Além da temperatura, há a precipitação, velocidade dos ventos, pressão do ar, velocidade dos ventos, presença de nuvens e até mesmo a altitude em que a temperatura atinge 0˚C.

O Brasil como está? Com mais ou menos 15˚C no Sul e 30˚C no Norte.

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Para, comparar, nesse mapa de temperaturas, esse é o deserto do Sahara (a escala não está aparecendo nessa imagem, mas essa cor predominante é em torno de 40˚C a 50˚C).

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Mas e a incidência de neve na América do Sul? Bem… em volume expressivo que possa ser captado, só no sul dos Andes.

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É um mapa interativo bem interessante de ser percorrido e, de vez em quando, até serve para saber como anda a situação em algum lugar específico.

Abraços

Dakir Larara


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Observatório disponibiliza informações dos oceanos em tempo real

Oceanos na internet

Muitos dos segredos dos oceanos agora estão acessíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, para cientistas, educadores e qualquer pessoa que tenha acesso à internet.

Após dez anos do projeto que demandou investimentos de quase US$ 400 milhões, a Iniciativa de Observatórios Oceânicos (OOI, na sigla em inglês), criada pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos, vai garantir presença humana permanente nos oceanos.

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A OOI também instalou um observatório no chão tectonicamente ativo no norte do Pacífico. [Imagem: OOI/Universidade de Washington]

A rede de plataformas e sensores da OOI rastreia propriedades físicas, químicas, geológicas e biológicas do fundo e da superfície do mar e gera dados em tempo real.

O objetivo do projeto é que os dados aumentem a compreensão sobre terremotos e mudanças nas placas tectônicas e permitam conhecer espécies que vivem em fontes hidrotermais, além entender fenômenos climáticos e meteorológicos como o El Nino.

Instrumentos de pesquisa marítima

O projeto inclui robótica submarina, cabos de fibra óptica e instrumentação especializada. A OOI tem 83 plataformas com mais de 830 instrumentos espalhados em sete matrizes oceânicas localizadas no Atlântico e no Pacífico. Cada plataforma conta com uma combinação de aparelhos que geram milhares de informações.

A OOI instalou também um observatório no chão tectonicamente ativo no norte do Pacífico, outros próximos às costas leste e oeste dos EUA e quatro em locais de alta latitude, perto da Groenlândia, do Alasca, da Argentina e do Chile.

A expectativa é que o esforço produza um salto no conhecimento oceanográfico, como aconteceu há décadas quando balões e foguetes de sondagens começaram a estudar a atmosfera terrestre.

Acesso gratuito

A página da OOI está aberta a qualquer usuário interessado em acessar os dados gratuitamente, com disponibilização das informações coletadas em tempo real. No portal, em inglês, é possível assistir a transmissões ao vivo em alta definição de fontes hidrotermais, por exemplo, fissuras no fundo do mar que ainda são tidas como um mistério para a ciência.

A expectativa é que as informações sejam usadas por professores para ensinar conceitos oceanográficos a estudantes e que também ajude na administração pesqueira, podendo ser consultadas por pescadores que queiram saber as condições do mar para planejar a atividade.

O endereço é http://education.oceanobservatories.org/.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br


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O que aconteceria se os humanos desaparecessem do planeta?

Buenas caro amigo… No caso de você ser o último indivíduo da espécie humana restante da Terra, irá presenciar um verdadeiro colapso.

Nós sabemos que a espécie humana é responsável por grandes danos ambientais, injustiças, desastres e catástrofes. Mas também, mesmo que às vezes custemos a acreditar, é responsável por grandes invenções e avanços tecnológicos que mudaram completamente o curso dos processos ambientais e, também, do entendimento sobre muitas coisas relativas ao nosso próprio Planeta.

Claro que somos menos de um grão de areia no universo conhecido, mas se você acredita que somos totalmente insignificantes, sobretudo para o Planeta, confira este vídeo que explica o que aconteceria se desaparecêssemos. Vale o play!!!

Para selecionar a legenda em Português BR, basta clicar no ícone “Settings” e no referido idioma em “Subtitles/CC”.

Abraços

Dakir Larara


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Mars One, o projeto para colonizar Marte, já tem os seus 100 finalistas

O projeto Mars One, que busca estabelecer uma colônia humana em Marte, divulgou a lista dos 100 finalistas. Entre eles está a brasileira Sandra Maria Feliciano Silva, de 51 anos, que mora em Porto Velho, em Rondônia.

Liderada por Bas Lansdorp, o projeto contou com a inscrição online de 200 mil candidatos que enviaram informações pessoais, uma carta sobre a sua motivação, currículo e um vídeo explicando o desejo de ir à Marte. Na primeira seleção, ficaram 1.058 pessoas que precisaram enviar um atestado médico e participar de uma entrevista em vídeo com a equipe do projeto.

Nesta seleção, sobraram 705 candidatos que passaram por novas entrevistas até sobrar o número de 100 voluntários. Dentre os selecionados, divididos entre 50 homens e 50 mulheres, há 39 pessoas do continente americano, 31 da Europa, 16 da Ásia, 7 da África e 7 da Oceania. Sandra é a única entre os 10.289 brasileiros que se inscreveram na primeira fase do projeto.

Esse número ainda será reduzido para 24 escolhidos que serão divididos em seis grupos de quatro pessoas e farão a viagem apenas de ida com dois anos de intervalo. Os quatro primeiros selecionados chegarão em Marte em 2023, depois de uma viagem de sete meses.

Parte do investimento do projeto será usado para a transmissão de um reality show que abrange desde o processo de seleção até os primeiros anos de vida no planeta vermelho.

Ainda é uma incógnita se o projeto vai mesmo decolar já que o custo estimado é de cerca de 6 milhões de euros, um valor realmente alto para o bolso da organização holandesa.

Fonte: updateordie.com

Abraços

Dakir Larara


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O sortudo e o criativo são a mesma pessoa?

O psicólogo Dr. Richard Wiseman conduziu um experimento ao longo de dez anos pra definir de onde vem a sorte. Não é que ser sortudo tem muito a ver com ser criativo? O experimento constatou, em primeiro lugar, que uma grande parte de ser sortudo está na nossa mente, e não na aleatória vontade do cosmos.

Dr. Richard Wiseman, psicólogo que conduziu o estudo.

Segundo o Dr. Wiseman (belo sobrenome para um cientista, hein?) caraterísticas como confiança nos próprios instintos, otimismo e percepção aguçada são parte do que fazem as pessoas terem sorte. Estas mesmas características também contribuem para a criatividade.

Veja aqui (em inglês) a versão curta do artigo do Dr. Richard Wiseman no blog 99u, ou a versão longa no site do jornal Telegraph da Inglaterra.

O artigo inclusive sugere mudanças que você pode fazer na sua vida para ter mais sorte. Embora não vá melhorar suas chances de ganhar na loteria, certamente pode te ajudar a ser mais criativo.

E aí??? Você é um criativo sortudo ou um sortudo sem criatividade???

Abraços e beijos.

Dakir Larara


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Mapa do Mundo redesenhado a partir de estereótipos culturais

Os estereótipos são uma forma eficiente de organizar o mundo, com suas diferentes culturas e nações. Algumas pessoas ainda concordam com isso.

Construídos por meio de lembranças e imagens mentais padronizadas, eles representem uma visão, opinião ou julgamento do que é diferente. Sim, os estereótipos ainda têm força. É isso que o projeto mostra.

Interessada em mapeá-los, a JWT Intelligence desenvolveu, com a colaboração da JWT SONAR, um estudo com mais de seis mil pessoas de 27 países. Denominada “Personality Atlas”, a pesquisa teve como objetivo redesenhar o mapa-múndi a partir de características semelhantes encontradas na percepção que as pessoas têm de seus próprios países e dos demais.

A pesquisa resultou em dois novos mapas: o primeiro, “Stereotype Map”, baseado na forma como a população mundial enxerga determinados países. O segundo, denominado “Introspection Map”, retrata a forma como os próprios países se veem.

É um belíssimo estudo comportamental. Veja aqui.

Dakir Larara


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Há alternativas ao conceito de desenvolvimento sustentável?

A utopia do desenvolvimento sustentável foi o tema do debate que reuniu cientistas, escritores e até a presidente da República na 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília. Em uma das mesas de discussão, o escritor moçambicano Mia Couto criticou a ideia de que a natureza pode ser “controlada, administrada”.

Crítico da ideia de desenvolvimento sustentável, o escritor e também biólogo avalia que a ideia de desenvolver traz uma negação: “Estamos retirando o núcleo central, o ambiente. E essa negação é a negação da identidade cultural dos povos que foram expropriados”. Povos cujos modos de vida poderiam inspirar uma relação do homem com a natureza, que seja baseada no respeito e não na compreensão “de que a natureza pode ser vista como um recurso natural”, segundo Mia Couto.

Para ele, é preciso localizar as razões pelas quais o mundo enfrenta, hoje, uma crise ambiental profunda: “Esse sistema não está mal porque não anda bem. Está mal porque produz miséria, desigualdade, causa ruptura em modos que vida que aí, sim, poderiam ser sustentáveis”.

Comportamento dos seres humanos

O presidente de Gana, Dramani Mahama, que é historiador e especialista em uso de tecnologia para a agricultura, alertou para a necessária mudança no comportamento dos seres humanos. “Se não criarmos uma teoria que nos ajude a sustentar a raça humana no mundo e continuarmos com essas taxas de consumo, o que vai acontecer com a raça humana?”, questionou Mahama, ao destacar que a população joga fora diariamente a mesma quantidade de alimento que consome, e que, por outro lado, falta alimento a parte da população.

“Nós precisamos aprender a existir com todas as espécies em nosso planeta, que é o único que temos. E nós só vamos aprender se mudarmos nosso conceito de felicidade e de bem-estar“, disse ele.

Tecnologia e a inteligência humana

A mudança de paradigma, que conduza a outra relação com a natureza, para os debatedores, deve começar desde já. A tecnologia e a inteligência humana devem ser usadas como ferramentas para a superação da crise atual, e a literatura deve ser capaz de despertar sensibilidades e reflexões.

Mia Couto disse que a literatura pode, desde já, “mostrar que o ambiente não é assim como nós o arrumamos; mas é tudo; não está fora de nós; está dentro de nós. A literatura pode fazer, e deve fazer essa denúncia daquilo que é uma espécie de fabricação permanente da desigualdade e da miséria”, afirmou. Crítico da situação atual, o escritor alertou:

“Nós estamos falando de uma situação que poderá ser catastrófica. Mas para dois terços da humanidade, essa catástrofe já está aqui e vem por causa da fome e da guerra,” concluiu ele.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Abraços

Dakir Larara